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sexta-feira, 23 de setembro de 2022
terça-feira, 28 de junho de 2022
Most cited authors of books in the humanities, 2007
| Field | Citations to books in 2007 |
| Michel Foucault (1926-1984) Philosophy, sociology, criticism | 2,521 |
| Pierre Bourdieu (1930-2002) Sociology | 2,465 |
| Jacques Derrida (1930-2004) Philosophy | 1,874 |
| Albert Bandura (1925- ) Psychology | 1,536 |
| Anthony Giddens (1938- ) Sociology | 1,303 |
| Erving Goffman (1922-1982) Sociology | 1,066 |
| Jurgen Habermas (1929- ) Philosophy, sociology | 1,049 |
| Max Weber (1864-1920) Sociology | 971 |
| Judith Butler (1956- ) Philosophy | 960 |
| Bruno Latour (1947- ) Sociology, anthropology | 944 |
| Sigmund Freud (1856-1939) Psychoanalysis | 903 |
| Gilles Deleuze (1925-1995) Philosophy | 897 |
| Immanuel Kant (1724-1804) Philosophy | 882 |
| Martin Heidegger (1889-1976) Philosophy | 874 |
| Noam Chomsky (1928- ) Linguistics, philosophy | 812 |
| Ulrich Beck (1944- ) Sociology | 733 |
| Jean Piaget (1896-1980) Philosophy | 725 |
| David Harvey (1935- ) Geography | 723 |
| John Rawls (1921-2002) Philosophy | 708 |
| Geert Hofstede (1928- ) Cultural studies | 700 |
| Edward W. Said (1935-2003) Criticism | 694 |
| Emile Durkheim (1858-1917) Sociology | 662 |
| Roland Barthes (1915-1980) Criticism, philosophy | 631 |
| Clifford Geertz (1926-2006) Anthropology | 596 |
| Hannah Arendt (1906-1975) Political theory | 593 |
| Walter Benjamin (1892-1940) Criticism, philosophy | 583 |
| Henri Tajfel (1919-1982) Social psychology | 583 |
| Ludwig Wittgenstein (1889-1951) Philosophy | 583 |
| Barney G. Glaser (1930- ) Sociology | 577 |
| George Lakoff (1941- ) Linguistics | 577 |
| John Dewey (1859-1952) Philosophy, psychology, education | 575 |
| Benedict Anderson (1936- ) International studies | 573 |
| Emmanuel Levinas (1906-1995) Philosophy | 566 |
| Jacques Lacan (1901-1981) Psychoanalysis, philosophy, criticism | 526 |
| Thomas S. Kuhn (1922-1996) History and philosophy of science | 519 |
| Karl Marx (1818-1883) Political theory, economics, sociology | 501 |
| Friedrich Nietzsche (1844-1900) Philosophy | 501 |
quinta-feira, 16 de junho de 2022
Socialism and Homosexuality
Thomas Harrioson
Winter 2009, Vol:XII-2, Whole #: 46
SAME-SEX DESIRE has always been a part of human life.There is much evidence, though not yet conclusive, that a predominant sexual attraction to members of one’s own sex is innate. But innate or not, we know that it is definitely formed early in life, certainly before the age of ten.
quinta-feira, 26 de maio de 2022
quarta-feira, 6 de outubro de 2021
As Novelas e a Engenharia Social
Se tem uma coisa que não pode ignorar é que qualquer instrumento de comunicação; seja paga ou livre, não é um mero meio de comunicação, entretenimento, lazer ou cultura; mas sim, um instrumento tendenciosamente ideológico manipulacional da opinião pública e propagação de novas vertentes de comportamento visando um novo sistema de governo e de população.
Dentre esses grandes instrumentos, um dos mais frutíferos são as novelas que com sua capacidade alienatória de percepção dos fatos correntes, consegue introduzir em torno de romances que tocam "os corações" e assuntos cotidianos que se "identificam com o público" todo um conceito que pode influenciar uma geração a curtíssimo prazo, e se houver a aderência da classe falante e intelectual os resultados serão mais promissor quanto aos seus ideais.
Muitos podem perguntar o querem esses escritores de novelas com a propagação de coisas que, aos olhos dos bons costumes, é perverso. A resposta é que tudo, absolutamente tudo que se faz na comunicação de massas obedece a interesses para fins objetivos de engenharia comportamental/social/ideológico; tudo isso fere a liberdade individual de consciências (em sua maioria religiosos conservadores) e leva (implicitamente à força) para uma coletiva aceitação do que é contra a lei natural e divina... em poucas palavras...prepara uma seara madura para a implantação de um sistema de governo sem classes, sem moral, sem conceito espiritual e sem valores tradicionais.
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sábado, 7 de agosto de 2021
quarta-feira, 26 de maio de 2021
Why are we in Decline - Cultural Marxism
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sábado, 9 de maio de 2020
quarta-feira, 6 de maio de 2020
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020
O Homossexualismo não Vai Contra a Natureza. Será?
Guilherme de Carvalho
Tenho uma cadela muito espertinha que de vez em quando faz cocô na minha cama. Previsivelmente, eu fico bravo. Mas minha esposa sempre diz: "Ora, Guilherme, é uma cadela!" Bem ela dizia isso antes. Agora já está ficando brava também. Sim, eu sei, isso é pura e simplesmente uma cachorrice, uma coisa de cachorro, da natureza canina - não o cocô na cama, propriamente, mas num lugar com o qual a minha cama, por uma ironia da providência, é semelhante. Sim, sim, mas... Cocô na cama é contra a minha natureza, bolas!
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020
O mito do homossexualismo na Grécia Antiga
Roberto Cavalcanti
Este vídeo (em inglês) destrói toda a argumentação dos gays que diz que a Grécia antiga era um paraíso dos homossexuais. Mostra as leis que proibiam que homossexuais tivessem qualquer participação na vida pública ou religiosa, que podiam ser condenados à morte por violar tais proibições, e palavras de grandes filósofos gregos como Platão contra tais práticas contrárias à natureza.A tolerância ao homossexualismo na Grécia Antiga é um mito inventado por gays degenerados como Foucault e outros para associar suas práticas pervertidas a esta grande civilização.
Este vídeo (em inglês) destrói toda a argumentação dos gays que diz que a Grécia antiga era um paraíso dos homossexuais. Mostra as leis que proibiam que homossexuais tivessem qualquer participação na vida pública ou religiosa, que podiam ser condenados à morte por violar tais proibições, e palavras de grandes filósofos gregos como Platão contra tais práticas contrárias à natureza.A tolerância ao homossexualismo na Grécia Antiga é um mito inventado por gays degenerados como Foucault e outros para associar suas práticas pervertidas a esta grande civilização.
terça-feira, 21 de janeiro de 2020
O que Mustaine diria a Laerte
Rick Perry claimed in a recent campaign ad that there’s a war on Christianity. As an intelligent, seemingly non-crazy Christian, do you agree with him?
I think there’s enough evidence that shows there is some effort being made toward controlling religion.
Could you give me an example?
It’s pretty clear that they’re taking prayer out of school. It’s been happening for a very long time. The very first schoolbook that was written had God all over it. I collect books and I have some really, really old schoolbooks, and God is mentioned on every single page. They’re taking God out of the schools to dumb us down.
I’m almost positive they’re trying to have the opposite effect.
It’s not just in the schools. There are a lot of people being persecuted for what they believe in. There was that girl who was fired from a Macy’s in Texas because she didn’t let some cross-dressing dude into the woman’s dressing room. Come on! Are you out of your mind, Macy’s?
I think she was transgender, not a cross-dresser.
That’s not my point.
There’s a pretty big difference. And if we want to talk about persecution …
All I know is, if my wife walked in there and some transgender dude in a dress walked out, I would beat his ass.
Her ass.
What?
You mean her ass.
The dude in the dress?

Dave Mustaine performs with Megadeth in Stevenage, U.K., July 2011 Photo: Ollie Millington/Getty Images
Never mind, let’s awkwardly change the subject. You have firm religious convictions that I assume include a belief in heaven and hell, right?
That’s right.
If a Christian hell exists, isn’t it likely that Elvis Presley is down there?
[Pause.] You’re asking if I think Elvis is in hell?
Or any rock legend. Jim Morrison is probably in hell, right? John Bonham’s in hell. John Lennon, hell. Jimi Hendrix, hell. Dimebag Darrell, hell. Bon Scott is definitely in hell. Doesn’t that depress you a little?
Well, I don’t know where any of those dudes are, because I don’t really know where they were at before they died.
Where they were at spiritually?
Yeah. I know that Jimi Hendrix became a Christian because a friend of mine that recently passed away had known Jimi really well and owned almost every piece of memorabilia you can imagine. He had the psychedelic V and a couple of his strats. He had Hendrix’s prayer mat.
A prayer mat? Like to cushion your knees while you pray?
Yeah. Hendrix used to kneel on it and pray before he went onstage. Towards the end, before he died, he became a Christian. I had no idea.
Before you became a Christian, you dabbled in witchcraft. Or maybe dabbled isn’t the right word.
No, there was no dabbling. I definitely practiced it full-on.
Did you cast any hexes?
Of course. [Laughs.] If you’re not casting hexes, you’re not really doing witchcraft. You’re just reading about it.
Did you have any favorite hexes? Or any hexes that actually worked?
It’s been so long. The whole subject is kind of boring to me.
That’s weird. As somebody with exactly zero experience in hexes, I can’t think of anything less boring.
I did two hexes. One was on a guy who punched me in the back of the head when I wasn’t looking, and the other was on a girl that I wanted to seduce.
And they both worked?
They did. And that’s why I don’t do hexes anymore. And it’s why I don’t do Megadeth songs like “The Conjuring” anymore. The lyrics are basically just a list of instructions from some of the hexes I’ve done.
You’re worried about copycats?
Yeah, I am. I could play the music, it wouldn’t bother me at all. But the lyrics, I don’t know. When I wrote it, I thought it was really cool to put that stuff in there. I didn’t think beyond the end of my nose that other kids were going to hear it and probably take it to heart.
I just Googled the lyrics to “The Conjuring,” and I guess you’re right, it is like a recipe for a hex. I apparently need a candle and a piece of parchment and an eyelash from a black cat and the straw of a broom. This is all accurate?
It is, yeah.
Where do you even go to find the eyelash from a black cat? Amazon, maybe?
I have no clue. I’m not saying everybody would listen to that song and decide to try doing a hex. Maybe out of 100 people, 99 will think it’s stupid, or 99 will think it’s cool but would never do it. But there’s always that one. You know what I mean? I don’t want to be responsible for misleading anyone. It’s hard enough to survive in this world without getting bad ideas from a metal song.
Th1rt3en is out now on Roadrunner Records.
sexta-feira, 8 de novembro de 2019
Geração de "Ofendidos"
GERAÇÃO de “Ofendidos”
*Isaias Medeiros
Vivemos numa sociedade de pessoas “ofendidas”. O negro, por exemplo, que nunca soube que ser chamado de tal forma fosse ofensivo, aprendeu a se ofender com o nome que sempre designou a sua etnia (não raça, pois raça existe somente uma, a humana, da qual todos igualmente fazemos parte). Dessa forma, o negro agora não quer ser chamado de “negro”, pois alguns brancos lhe disseram que este termo é pejorativo, que significa algo ruim, inferior, e ele acreditou. Assim sendo, não existem mais os “negros”, e sim os “afro-descendentes”. O irônico (para não dizer perverso) é que este nome é bem mais “branco” do que qualquer outra coisa. É uma terminologia muito mais familiar ao mundo acadêmico (majoritariamente branco e elitista), do que à realidade daqueles que ela própria designa. Eu nunca vou ouvir um morador de alguma periferia (onde reside a maior parte dos negros) dizer com naturalidade que é um “afro-descendente”, ou mesmo que mora numa “área em situação de risco social” (só mesmo em propaganda política do PT). Quem fala bobagens deste tipo normalmente é funcionário público, pertence à classe média, e só lembra-se dos companheiros proletários “menos favorecidos” (os antigos “pobres”) na época das eleições.
*Isaias Medeiros
Vivemos numa sociedade de pessoas “ofendidas”. O negro, por exemplo, que nunca soube que ser chamado de tal forma fosse ofensivo, aprendeu a se ofender com o nome que sempre designou a sua etnia (não raça, pois raça existe somente uma, a humana, da qual todos igualmente fazemos parte). Dessa forma, o negro agora não quer ser chamado de “negro”, pois alguns brancos lhe disseram que este termo é pejorativo, que significa algo ruim, inferior, e ele acreditou. Assim sendo, não existem mais os “negros”, e sim os “afro-descendentes”. O irônico (para não dizer perverso) é que este nome é bem mais “branco” do que qualquer outra coisa. É uma terminologia muito mais familiar ao mundo acadêmico (majoritariamente branco e elitista), do que à realidade daqueles que ela própria designa. Eu nunca vou ouvir um morador de alguma periferia (onde reside a maior parte dos negros) dizer com naturalidade que é um “afro-descendente”, ou mesmo que mora numa “área em situação de risco social” (só mesmo em propaganda política do PT). Quem fala bobagens deste tipo normalmente é funcionário público, pertence à classe média, e só lembra-se dos companheiros proletários “menos favorecidos” (os antigos “pobres”) na época das eleições.
quarta-feira, 31 de julho de 2019
Igreja da Eutanásia: A síntese definitiva da Mente Revolucionária
Sendo o nazismo do Século XX a síntese de correntes de pensamento do Século XIX (nacionalismo, marxismo e darwinismo), qual seria a síntese no Século XXI das correntes de pensamento revolucionário do Século XX? A resposta: a Igreja da Eutanásia. Seu fundador, Chris "Laerte" Korda, une e leva ao extremo todos as manifestações revolucionárias que assolam a sociedade atual: eco-terrorismo, abortismo, gayzismo e ateísmo.
É sabido que esta igreja suicida possui muitos profetas e apóstolos nos corpos docentes universitários, assim é possível que muitas conversões venham a acontecer nas próximas décadas. Não se sabe quantos são os membros da Igreja da Eutanásia, pela dificuldade intrínseca de sua natureza paradoxal -- um membro a mais em seu rebanho é uma pessoa a menos no mundo. Contudo, vale ressaltar que esta igreja é uma das mais influentes da atualidade no Ocidente, tal como as evidências sugerem.
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| Acima: Chris Korda, Reverendo da Igreja da Eutanásia |
“Salve o planeta: se mate”.
Único mandamento: “Não procriarás”
Os quatro pilares de fé: “suicídio, aborto, canibalismo e sodomia”.
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