"Por que é que a Alemanha precisou castigar seus malfeitores e a Rússia não precisa? Que caminho de perdição será o nosso, se não é possível purificar-nos desse mal que empeçonha o nosso corpo? O que a Rússia poderá ensinar ao mundo? (...). Um país [Alemanha] que oitenta e seis mil vezes, do alto do estrado do tribunal, reprovou o crime (e o condenou irreversivelmente na literatura e entre a juventude) purifica-se ano após ano e de degrau em degrau desse mesmo crime. E nós, que devemos fazer?... Um dia, os nossos descendentes chamarão a várias das nossas gerações de as gerações dos imbecis: primeiro, submissamente, deixamo-nos massacrar aos milhões, depois, com solicitude, amimamos os nossos assassinos na sua velhice feliz" (Alexandr Soljenítsin).
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terça-feira, 13 de agosto de 2024
sábado, 4 de setembro de 2021
Trecho de Viktor Frankl
Frankl gosta de citar esta frase de Nietzsche: "Quem tem por que viver pode suportar quase qualquer como." No campo de concentração todas as circunstâncias conspiram para fazer o prisioneiro perder seu controle. Todos os objetivos comuns da vida estão desfeitos. A única coisa que sobrou é "a última liberdade humana" - a capacidade de escolher a atitude pessoal que se assume diante de determinado conjunto de circunstâncias". Esta liberdade última, reconhecida pelos antigos estóicos e pelos modernos existencialistas, assume um vívido significado na história de Frankl. Os prisioneiros eram apenas cidadãos comuns; mas alguns, pelo menos, comprovaram a capacidade humana de erguer-se acima do seu destino externo ao optarem por serem "dignos do seu sofrimento".
quarta-feira, 1 de setembro de 2021
Mais um trecho de Viktor Frankl
...
Dostoievsky afirmou certa vez: "Temo somente uma coisa: não ser digno do meu tormento." Essas palavras só podiam mesmo ficar passando muitas vezes pela cabeça da gente quando se ficava conhecendo aquelas pessoas tipo mártir, cujo comportamento no campo de concentração, cujo sofrimento e morte testemunham essa liberdade interior última do ser humano, a qual não se pode perder. Sem dúvida, elas poderiam dizer que foram "dignas dos seus tormentos". Elas provaram que inerente ao sofrimento há uma conquista, que é uma conquista interior. A liberdade interior (geistig) do ser humano, a qual não se lhe pode tirar, permite-lhe até o último suspiro configurar a sua vida de modo que tenha sentido. Pois não somente uma vida ativa tem sentido, em dando à pessoa a oportunidade de concretizar valores de forma criativa. Não há sentido apenas no gozo da vida, que permite à pessoa a realização na experiência do que é belo, na experiência da arte ou da natureza. Também há sentido naquela vida que - como no campo de concentração - dificilmente oferece uma chance de se realizar criativamente e em termos de experiência, mas que lhe reserva apenas uma possibilidade de configurar o sentido da existência, precisamente na atitude com que a pessoa se coloca face à restrição forçada de fora sobre seu ser.
quarta-feira, 14 de agosto de 2019
Os dez que estragaram o mundo
Os dez que estragaram o mundo (no interior do livro, no topo de cada página, diz-se antes que “destruíram o mundo”) são:
“Manifesto do Partido Comunista”, de Marx e Engels
“Utilitarismo”, de John Stuart Mill
“A Ascendência do Homem”, de Charles Darwin
“Para além do bem e do mal”, de Nietzsche
“O Estado e a Revolução”, de Lenine
“O Eixo da Civilização”, de Margaret Sanger
“Mein Kampf”, de Hitler
“O futuro de uma ilusão”, de Freud
“Crescer em Samoa”, de Margaret Mead
“O Comportamento Sexual dos Homens”, de Alfred Kinsey.
Os cinco que “não ajudaram nada" são:
“O Príncipe”, de Maquiavel
“O Discurso do Método”, de Descartes
“Leviatã”, de Hobbes
“Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens”, de Jean-Jacques Rousseau
“A mística feminina”, de Betty Friedan
Leia mais em: http:// tribodejacob.blogspot.com/2011/ 03/ 15-livros-que-estao-estragar-o- mundo.html
“Manifesto do Partido Comunista”, de Marx e Engels
“Utilitarismo”, de John Stuart Mill
“A Ascendência do Homem”, de Charles Darwin
“Para além do bem e do mal”, de Nietzsche
“O Estado e a Revolução”, de Lenine
“O Eixo da Civilização”, de Margaret Sanger
“Mein Kampf”, de Hitler
“O futuro de uma ilusão”, de Freud
“Crescer em Samoa”, de Margaret Mead
“O Comportamento Sexual dos Homens”, de Alfred Kinsey.
Os cinco que “não ajudaram nada" são:
“O Príncipe”, de Maquiavel
“O Discurso do Método”, de Descartes
“Leviatã”, de Hobbes
“Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens”, de Jean-Jacques Rousseau
“A mística feminina”, de Betty Friedan
Leia mais em: http://
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segunda-feira, 12 de agosto de 2019
Frases de Nelson Rodrigues
A solidão começou para o verdadeiro católico. Tomem nota: — ainda seremos o maior povo ex-católico do mundo.
O casamento já é indissolúvel na véspera.
A educação sexual só devia ser dada por um veterinário.
sábado, 10 de agosto de 2019
Frase de Einstein (1934)
"Ninguém pode negar que hoje em dia a base de uma existência digna está em perigo considerável. Há forças que trabalham para destruir a herança européia de liberdade, tolerância e dignidade humana. O perigo é caracterizado como o hitlerismo, o militarismo, e o comunismo, que, embora indicando condições diferentes, todos levam à subjugação e escravização do indivíduo pelo Estado, e trazer a tolerância e a liberdade pessoal ao fim... Se queremos resistir aos poderes que ameaçam suprimir a liberdade intelectual e individual, devemos manter claramente diante de nós o que está em jogo. Sem essa liberdade não teria havido nenhum Shakespeare, nenhum Goethe, nenhum Faraday, nenhum Pasteur, nenhum Lister. Não haveria casas confortáveis para as pessoas, não haveria ferrovias, nem proteção contra epidemias, nem livros baratos, nem cultura, e nenhum prazer na arte de forma alguma. Só os homens que são livres podem criar as obras que tornam a vida digna de ser vivida" (Einstein, 1934).
quinta-feira, 8 de agosto de 2019
terça-feira, 6 de agosto de 2019
As Raízes Socialistas do Nazismo
Von HAYEK, Friedrich August. O Caminho da Servidão.
“Todas as forças antiliberais estão se unindo contra tudo que é liberal.”
Moeller Van den Bruck.
É um engano comum considerar o nacional-socialismo uma simples revolta contra a razão, um movimento irracional sem antecedentes intelectuais. Se assim fosse, constituiria um perigo bem menor. Nada mais longe da verdade, porém, ou mais ilusório. As doutrinas do nacional-socialismo representam o ponto culminante de uma longa evolução de idéias, da qual participaram pensadores cuja influência se fez sentir muito além das fronteiras da Alemanha. Seja qual for nossa opinião sobre as premissas em que se basearam, não podemos negar que os criadores da nova doutrina eram escritores de peso, que deixaram a marca de suas idéias em todo o pensamento europeu. O sistema se desenvolveu com coerência implacável. Uma vez aceitas as suas premissas, não se pode fugir à sua lógica. Trata-se simplesmente do coletivismo libertado de todos os vestígios de uma tradição individualista que pudessem impedir-lhe a realização.
domingo, 4 de agosto de 2019
Comunazismo e Nazicomunismo
* "Não sou apenas o vencedor do marxismo, sou seu realizador. Aprendi muito com o marxismo e não pretendo escondê-lo. O que despertou interesse nos marxistas e me forneceu ensinamentos foram seus métodos. Eu, simplesmente, levei a sério o que essas mentes de pequenos comerciantes e secretárias haviam vislumbrado timidamente. Todo o nacional-socialismo lá está contido. Veja bem: os grêmios operários de ginástica, as células empreendedoras, os desfiles monumentais, os folhetos de propaganda redigidos em linguagem de fácil compreensão pelas massas. Esses novos métodos de luta política foram praticamente inventados pelos marxistas. Eu só precisei me apoderar deles e desenvolvê-los para conseguir assim os instrumentos de que necessitávamos."
- Fonte: "Hitler m'a dit" (1939)
- Fonte: "Hitler m'a dit" (1939)
sexta-feira, 2 de agosto de 2019
quarta-feira, 31 de julho de 2019
Igreja da Eutanásia: A síntese definitiva da Mente Revolucionária
Sendo o nazismo do Século XX a síntese de correntes de pensamento do Século XIX (nacionalismo, marxismo e darwinismo), qual seria a síntese no Século XXI das correntes de pensamento revolucionário do Século XX? A resposta: a Igreja da Eutanásia. Seu fundador, Chris "Laerte" Korda, une e leva ao extremo todos as manifestações revolucionárias que assolam a sociedade atual: eco-terrorismo, abortismo, gayzismo e ateísmo.
É sabido que esta igreja suicida possui muitos profetas e apóstolos nos corpos docentes universitários, assim é possível que muitas conversões venham a acontecer nas próximas décadas. Não se sabe quantos são os membros da Igreja da Eutanásia, pela dificuldade intrínseca de sua natureza paradoxal -- um membro a mais em seu rebanho é uma pessoa a menos no mundo. Contudo, vale ressaltar que esta igreja é uma das mais influentes da atualidade no Ocidente, tal como as evidências sugerem.
![]() |
| Acima: Chris Korda, Reverendo da Igreja da Eutanásia |
“Salve o planeta: se mate”.
Único mandamento: “Não procriarás”
Os quatro pilares de fé: “suicídio, aborto, canibalismo e sodomia”.
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segunda-feira, 29 de julho de 2019
Liberdade de Expressão, segundo a U.J.S.
Primeiro queimam-se revistas; depois livros; por fim, pessoas.
Já vimos este filme outras vezes...
Mas, em relação à manifestação da União da Juventude Socialista, alguns comentários são dignos de notas. Por exemplo, os gritos de ordem fazem frente à poesia de Os Lusíadas:
- P.Q.P.! Revista Veja, a maior porca (*) do Brasil!
- 1, 2, 3; 4, 5.000! Queremos CPI na Editora Abril!
- Ih ih ih, queremos CPI! (essa é a melhor de todas!).
- Cuba, sim! Veja, não! Viva Che e a Revolução!
sábado, 27 de julho de 2019
Winston Churchill: "We Shall Fight on the Beaches"
Winston Churchill, House of Commons, June 4, 1940. Following May 26, "Operation Dynamo," Dunkirk, the evacuation of 338,000 Allied troops to English shores.
Texto completo: http://www.fiftiesweb.com/usa/winston-churchill-fight-beaches.htm
Texto completo: http://www.fiftiesweb.com/usa/winston-churchill-fight-beaches.htm
quinta-feira, 25 de julho de 2019
terça-feira, 23 de julho de 2019
sábado, 22 de junho de 2019
sábado, 25 de maio de 2019
Entrevista: Paul Johnson (1)
O motor do mundo
O historiador inglês defende que a criatividade é hoje a arma mais poderosa para o progresso das nações
Gabriela Carelli
O inglês Paul Johnson é um dos mais produtivos historiadores da atualidade. Em seus mais de quarenta livros publicados, já se debruçou sobre grandes temas como a história das religiões e do século XX. Observador arguto da cena internacional, provoca polêmica nos artigos que escreve para as revistas Forbes e The Spectator pelo entusiasmo com que fustiga as esquerdas com sua verve franca e elegante. Aos 77 anos, Johnson acaba de lançar mais um livro, Os Criadores, um mergulho na vida de dezessete personalidades criativas da história, de Shakespeare a Walt Disney. O objetivo da obra, a segunda de uma trilogia iniciada com Os Intelectuais, em 1988, e que terminará com a publicação em breve de Os Heróis, é tentar entender o que ele considera a característica mais importante do homem, a criatividade. "Só a criatividade pode garantir o progresso. O problema é que o homem tem uma propensão negativa a encontrar razões científicas ou morais para frear a criatividade, seja na economia, na política ou nas artes", diz Johnson nesta entrevista a VEJA.
O historiador inglês defende que a criatividade é hoje a arma mais poderosa para o progresso das nações
Gabriela Carelli
O inglês Paul Johnson é um dos mais produtivos historiadores da atualidade. Em seus mais de quarenta livros publicados, já se debruçou sobre grandes temas como a história das religiões e do século XX. Observador arguto da cena internacional, provoca polêmica nos artigos que escreve para as revistas Forbes e The Spectator pelo entusiasmo com que fustiga as esquerdas com sua verve franca e elegante. Aos 77 anos, Johnson acaba de lançar mais um livro, Os Criadores, um mergulho na vida de dezessete personalidades criativas da história, de Shakespeare a Walt Disney. O objetivo da obra, a segunda de uma trilogia iniciada com Os Intelectuais, em 1988, e que terminará com a publicação em breve de Os Heróis, é tentar entender o que ele considera a característica mais importante do homem, a criatividade. "Só a criatividade pode garantir o progresso. O problema é que o homem tem uma propensão negativa a encontrar razões científicas ou morais para frear a criatividade, seja na economia, na política ou nas artes", diz Johnson nesta entrevista a VEJA.
domingo, 28 de abril de 2019
A Turbamulta
por Scott Thong
Adolf Hitler strongly believed in socialism, and was the leader of the National Socialist German Workers Party (NSDAP) - http://en.wikipedia.org/wiki/Adolf_Hitler
Joseph Goebbels was Minister for Public Enlightenment and Propaganda for the National Socialist German Workers Party under Hitler - http://en.wikipedia.org/wiki/Joseph_Goebbels
Benito Mussolini renamed his entire nation as the Italian Social Republic - http://en.wikipedia.org/wiki/Benito_Mussolini
Vladimir Lenin created Leninism as a continuation of Marxism - http://en.wikipedia.org/wiki/Vladimir_Lenin
Joseph Stalin was the leader of the Communist Partyof the Soviet Union, history’s largest socialism experiment ever (that failed miserably) - http://en.wikipedia.org/wiki/Joseph_Stalin
Mao Zedong’s party was the Communist Party of China - http://en.wikipedia.org/wiki/Mao_Zedong
Benito Mussolini renamed his entire nation as the Italian Social Republic - http://en.wikipedia.org/wiki/Benito_Mussolini
Vladimir Lenin created Leninism as a continuation of Marxism - http://en.wikipedia.org/wiki/Vladimir_Lenin
Joseph Stalin was the leader of the Communist Partyof the Soviet Union, history’s largest socialism experiment ever (that failed miserably) - http://en.wikipedia.org/wiki/Joseph_Stalin
Mao Zedong’s party was the Communist Party of China - http://en.wikipedia.org/wiki/Mao_Zedong
sexta-feira, 12 de abril de 2019
sábado, 23 de fevereiro de 2019
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